quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

VOCÊ SABIA?

 







QUE ESTE CARA CHAMADO DONALD WINNICOTT, É O DEFENSOR DA IMAGINAÇÃO

Médico inglês enfatizou a importância de brincar e de criar para a criança.





O interesse de Winnicott pelo estudo da construção da identidade veio da percepção da influência sufocante da mãe depressiva em sua personalidade. Ainda criança, Winnicott enveredou pelos caminhos da observação científica ao ler os estudos do naturalista Charles Darwin (1809-1892). Já pediatra, conheceu a obra de Sigmund Freud (1856-1939), fez terapia e freqüentou o grupo de Bloomsbury - integrado, entre outros, pela escritora Virginia Woolf (1882-1941) -, em que a psicanálise era tema recorrente. Seu trabalho chega ao Brasil com a criação de várias instituições winnicottianas.

REFERÊNCIA:http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/0-a-3-anos/defesa imaginacao-428243.shtml

O que devemos trabalhar em ciências ???

No Ensino Fundamental, deve-se construir uma base sólida de noções, ideias, habilidades, conceitos e princípios científicos, garantindo que o aluno se familiarize com o mundo natural, reconheça sua diversidade e sua unidade e possa identificar e analisar processos tecnológicos implementados pela humanidade, nesse mundo natural.

Obras complementares:


Texto e Imagem: Ingri Bellinghausen
Com esta obra podemos trabalhar em ciências e também ressaltar a importância do homem garantir a sobrevivência das espécies em nosso planeta.

REFERÊNCIA: Acervos complementares: as áreas do conhecimento nos dois primeiros anos do Ensino Fundamental / Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica. – Brasília: MEC/SEB 2009.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Acervos Complementares

Para quem não conhece Acervos Complementares são livros didáticos adaptados ao ensino de nove anos. Com a chegada deste, o Ministério da educação fez algumas mudanças nos livros didáticos adequando o ensino, para crianças de seis e sete anos.
A função desta obra é oportunizar ao professor e aos alunos, alternativas diversificadas de ensinar e aprender na fase inicial do Ensino Fundamental.
Apresenta sugestões de Livros Infantis que podem ser exploradas diferentes áreas do conhecimento.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Da mala sai de tudo...

Recebemos a tarefa de elaborar uma aula prática para aplicar com turmas de 1º ano do ensino fundamental. Com base na leitura dos livros A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino Fundamental de 9 anos e Acervos Complementares elaboramos o seguinte plano de aula:

“DA MALA SAI DE TUDO”

Objetivos: Identificar/reconhecer o próprio nome e local onde nasceram;
                 Criar espaços para incentivar a oralidade;
                 Explorar a motricidade fina;
                 Associar objetos aos seus nomes.

1° atividade: Levaremos para sala de aula uma mala e de dentro dela tiraremos uma folha com o nosso nome. Então, vamos conversar sobre como é e como se escreve o nosso nome e, além disso, pensar em outras coisas que iniciam com a letra do nome de cada um.
A proposta é que eles encontrem em revistas as letras que formem o seu nome.

2° atividade: No chão colocaremos o mapa do Rio Grande do Sul e com a “plaquinha” feita com o nome e iremos identificar onde cada um nasceu. Criaremos então a legenda do mapa.

3° atividade: Além das pessoas, as coisas também têm nomes. Portanto, entregamos fichas com figuras e o nome desses objetos e os grupos deverão encontrar os pares e montar o quebra-cabeça.
   Palavras do jogo: COPO – MEIA – SAPO – LÁPIS – CANETA – ÓCULOS – ANEL – RÉGUA – CADERNO – RELÓGIO – CHINELO – TESOURA – BOLA – CAMISA – BORRACHA – PIRULITO.
 
Com a intervenção podemos perceber que os alunos ficaram encantados com a mala que levamos como material de apoio. Durante as atividades todos participavam  perguntando e interagindo.
O livro “A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino Fundamental de 9 anos nos remete a ideia de que devemos compartilhar situações de aprendizagem entre professor e aluno, fazer uso da escrita através de brincadeiras.
E nessa perspectiva levamos jogos, atividades manuais e conteúdo significativo dando mais sentido ao que estavam aprendendo.
Acredito que para eles foi diversificado, pois adoraram escrever seus nomes com recortes de revistas e apresentar para os colegas a cidade onde nasceram.
Enquanto Professora, acredito que os objetivos foram alcançados, conseguimos esclarecer dúvidas e as atividades foram diferenciadas fazendo com que os alunos participassem frequentemente.


Recortando as letras do seu nome
 


Localizando a cidade onde nasceram





O jogo...







domingo, 5 de dezembro de 2010

Ensino Fundamental de Nove Anos...

Com o ensino de 9 anos, precisamos de orientações sobre o que trabalhar com crianças de 6 anos. No livro A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o Ensino Fundamental de 9 anos sugere práticas viáveis para trabalhar em sala de aula. Tudo para desenvolver o prazer de ler na criança e as áreas que devem ser exploradas no processo de alfabetização.
Leiam é uma ótima dica...

domingo, 28 de novembro de 2010

Emília Ferreiro...

  Capitulo 14 – Os usos escolares da língua escrita.

Emília Ferreiro neste capítulo destaca a importância sobre o processo de apropriação da escrita a partir do cotidiano escolar. A escola torna-se um dos espaços importantes para esta apropriação também considerando o conhecimento psicogenético na qual o aluno passa pelo processo individual de seus conhecimentos e o sociogenético onde as pessoas constroem seu próprio conhecimento para se apropriar do conhecimento dos outros. A autora também aborda questões como o que cada criança constrói em seu conhecimento individual e o que ela traz destes conhecimentos para escola, destacando assim a lectoescrita que para a autora é o conhecimento inicial que a criança utiliza para a aprendizagem de outros conhecimentos.
A lectoescrita torna-se alternativa para o professor dar sentido na aprendizagem de suas crianças, o contato histórico social com a língua escrita é muito mais significativo no processo de apropriação da escrita.
Dentro da escola a apropriação da escrita está vinculada à cópias para escrever, e além disso dentro de algumas metodologias adotadas são feitas uma seleção do tipo de letra e seqüência fonológica. Acreditam que desta forma a criança aprenderá do fácil para o difícil.
Acredito, assim como a autora, que para criança aprender a ler e escrever temos que dar sentido a isto independente se fácil ou difícil o importante é que a criança saiba pra quê e onde irá usar o que ela está aprendendo. Analisar o conteúdo, a maneira como está sendo aplicada a prática é nossa função para as crianças poderem apreciar o significado da apropriação da escrita.
O escrever também influencia na linguagem oral, há atividades onde podemos perceber bem isso, por exemplo, o ditado, declamações de poemas onde são derivados da língua escrita.
Temos que desvincular algumas crenças para melhorar o processo de apropriação da língua escrita, fazer relações com o que realmente a criança sente interesse em aprender, é com as atividades diferenciadas que despertamos o interesse de nossos alunos e nós, temos que ser mais do que professores, temos que ser mediadores na aprendizagem das crianças.
Enfim, o livro também faz referências com a prática do professor, coloca exemplos de atividades como o questionário para o exercício da apropriação da Escrita.


FERREIRO, Emília. Os processos de Leitura e Escrita, novas perspectivas. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1987.

sábado, 13 de novembro de 2010

Uma joaninha diferente...

Analisando o livro de Regina Melo podemos observar que nele trata a questão da uniformidade. Só existem joaninhas com bolinhas, do contrário não são joaninhas?
A sociedade hoje, ainda (não generalizando) costuma moldar as pessoas de uma mesma maneira. Seja por cor, etnias e ou fisicamente.
Encontramos livros infantis que abordam este tema, tratando das diferenças entre a humanidade, nem todos somos iguais.
É interessante a forma com que os autores trazem este assunto para o mundo infantil, um linguajar mais fácil e de simples entendimento.
Na hora da contação as crianças já conseguem perceber o foco; qual o problema de termos diferenças?
Bom no livro de Regina Melo, a história se passa em um jardim, no mundo dos animais. Em certa tarde as joaninhas decidem expulsar a joaninha sem bolinhas só por que ela era diferente.
E no desenrolar da história um cascudo decide pintar-se para mostrar quem era a verdadeira joaninha.
Existem outros autores que também abordam estas questões e são eles: Tood Parr, Amy Young, Gerusa Pinto, Ana Maria Machado entre outros.
Penso que nós como educadores temos que trazer para o mundo de nossos alunos estas questão que estão presentes na sociedade em que vivem; abordar este tema de forma lúdica e apresentar através de livros infantis, as crianças conseguem assimilar os contos de fadas com a sociedade atual.